CELEBRAÇÃO DA FESTA DE
SANTA CATARINA DE SENA
ENTREGA DOS HÁBITOS

CANTO DE ENTRADA
POVO ELEITO

DE DOMINGOS, FELIZ SEGUIDORA,
NOS CAMINHOS DE UM MESMO IDEAL,
VIRGEM SANTA, DA IGREJA DOUTORA,
COM OS RAIOS DA LUZ DIVINAL!
REIS E PÁTRIA NO AMOR PACIFICAS,
TODA A IGREJA ENCORAJAS NO ARDOR,
COM O SANGUE DE CRISTO EDIFICAS
TANTAS VIDAS SEDENTAS DE AMOR!

CATARINA DE SENA,
ROGA AGORA POR NÓS,
BRANCA FLOR AÇUCENA,
LEVA A DEUS NOSSA VOZ!
O VERMELHO ACEITASTE
NO ESPONSAL LÁ DA CRUZ,
E O SENHOR DESPOSASTE
EM SEGREDO DE LUZ!

NÃO PEDIA TEU CORPO ALIMENTO
O PÃO VIVO O NUTRIA TAMBÉM,
E A TRINDADE ERA O TEU PENSAMENTO,
SEMPRE ABISMO DO AMOR E DO BEM!
DE JESUS, JÁ NA INFÂNCIA TIVESTE
OS SINAIS DE SEU BOM CORAÇÃO,
TAMBÉM DELE, INVISÍVEIS, TROUXESTE
OS ESTIGMAS DA VIVA PAIXÃO.

CATARINA DE SENA,
ROGA AGORA POR NÓS,
BRANCA FLOR AÇUCENA,
LEVA A DEUS NOSSA VOZ!
O VERMELHO ACEITASTE
NO ESPONSAL LÁ DA CRUZ,
E O SENHOR DESPOSASTE
EM SEGREDO DE LUZ!

DOS DOENTES E POBRES CUIDASTE
E A JUSTIÇA FIZESTE NASCER,
COM A GLÓRIA DE DEUS TE OCUPASTE
E NA GLÓRIA EIS-TE AGORA A VIVER!
UM LUZEIRO ÉS ENTÃO, CATARINA,
A BRILHAR LÁ NO VIVO ESPLENDOR,
IR AO CÉU TUA FÉ NOS ENSINA
“PELOS RÉGIOS CAMINHOS DO AMOR”!

SAUDAÇÃO

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A paz esteja convosco!
Ass: O amor de Cristo nos uniu!

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

Pres: O Senhor Jesus que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama à conversão. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.

4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós.

Pres: Senhor, que sois o eterno sacerdote da nova Aliança, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, que nos edificais como pedras vivas no templo santo de Deus, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, que nos tornastes concidadãos dos santos no reino dos céus, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
 
ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que inflamastes de amor santa Catarina de Sena na contemplação da paixão do Senhor e no serviço da Igreja, concedei-nos, por sua intercessão, participar do mistério de Cristo e exultar em sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
 
PRIMEIRA LEITURA
(Atos 13,13-25)

 7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Paulo e os seus companheiros navegaram de Pafos e chegaram a Perge, na Panfília, de onde João, apartando-se deles, voltou para Jerusalém. Mas eles, deixando Perge, foram para Antioquia da Pisídia. Ali entraram em dia de sábado na sinagoga, e sentaram-se. Depois da leitura da lei e dos profetas, mandaram-lhes dizer os chefes da sinagoga: Irmãos, se tendes alguma palavra de exortação ao povo, falai-a. Paulo levantou-se, fez um sinal com a mão e falou: "Homens de Israel e vós que temeis a Deus, ouvi. O Deus do povo de Israel escolheu nossos pais e exaltou este povo no tempo em que habitava na terra do Egito, de onde os tirou com o poder de seu braço. Por espaço de quarenta anos alimentou-os no deserto. Destruiu sete nações na terra de Canaã e distribuiu-lhes por sorte aquela terra durante quase quatrocentos e cinquenta anos. Em seguida, lhes deu juízes até o profeta Samuel. Pediram então um rei, e Deus lhes deu, por quarenta anos, Saul, filho de Cis, da tribo de Benjamim. Depois, Deus o rejeitou e mandou-lhes Davi como rei, de quem deu este testemunho: Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará todas as minhas vontades. De sua descendência, conforme a promessa, Deus fez sair para Israel o Salvador Jesus. João tinha pregado, desde antes da sua vinda, o batismo do arrependimento a todo o povo de Israel. Terminando a sua carreira, dizia: ´Eu não sou aquele que vós pensais, mas após mim virá aquele de quem não sou digno de desatar o calçado´".

Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
 
RESPONSÓRIO
(Sl 88/89)

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

 Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor.

Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade!
Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre!” E a vossa lealdade é tão firme como os céus.

— “Encontrei e escolhi a Davi, meu servidor, e o ungi para ser rei, com meu óleo consagrado.
Estará sempre com ele minha mão onipotente, e meu braço poderoso há de ser a sua força.  

— Não será surpreendido pela força do inimigo, nem o filho da maldade poderá prejudicá-lo.
Diante dele esmagarei seus inimigos e agressores, ferirei e abaterei todos aqueles que o odeiam.

— Minha verdade e meu amor estarão sempre com ele, sua força e seu poder por meu nome crescerão.
ele, então, me invocará: ‘Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu rochedo onde encontro a salvação!’”
 
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
EU SOU O PÃO DA VIDA, QUEM VEM A MIM NÃO TERÁ FOME; ASSIM NOS FALA O SENHOR.

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
 
EVANGELHO
(João 13, 16-20)

Jesus Cristo, a fiel testemunha, primogênito dos mortos, 
nos amou e do pecado nos lavou em seu sangue derramado 

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus lhes disse: "em verdade, em verdade vos digo: o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob condição de as praticardes. Não digo isso de vós todos; conheço os que escolhi, mas é preciso que se cumpra esta palavra da Escritura: ´Aquele que come o pão comigo levantou contra mim o seu calcanhar´. Desde já vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais e reconheçais quem sou eu. Em verdade, em verdade vos digo: quem recebe aquele que eu enviei recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou".
 
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

INTERROGATÓRIO E POSTULAÇÃO 

14. Seguidamente, o mestre da ordem interroga os postulantes sobre o que pretendem, com estas palavras ou outras semelhantes: 
Pres: Irmãos caríssimos: o que pedis à está fraternidade?

Os postulantes respondem todos ao mesmo tempo, com estas palavras ou outras semelhantes:
Postulante: Pedimos que nos deixeis fazer a experiência da vossa forma de vida e, depois de aprovados por vós, nos admitais nesta família dominicana, fundada pelo nosso Pai, São Domingos de Gusmão, através do espírito de pobreza e fraternidade, da contemplação e da vida apostólica, do estudo da fé e do conhecimento da verdade, para seguirmos mais de perto a Cristo.

Pres: O Senhor todo-poderoso que vos inspirou neste bom propósito vos conceda a graça da fidelidade.
T: Amém.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

CANTO DO OFERTÓRIO
MUITOS GRÃOS DE TRIGO

MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
HOJE SÃO TEU CORPO, CEIA E COMUNHÃO.
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.

TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO!
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.

MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
HOJE SÃO TEU SANGUE, FORÇA NO CAMINHO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.

MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO
HOJE OFERECIDAS EM CONSAGRAÇÃO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO.
 
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
 
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
 
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
 
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
 
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
 
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Recebei, ó Pai, o sacrifício da salvação que vos apresentamos na festa de santa Catarina, para que, instruídos por seus ensinamentos, possamos render-vos graças com maior fervor, ó Deus vivo e verdadeiro. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁCIO DA PÁSCOA I
O CRISTO, SACERDOTE E VÍTIMA

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa Salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, mas sobretudo neste tempo solene em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Pela oblação de seu corpo, pregado na cruz, levou à plenitude os sacrifícios antigos. Confiante, entregou em vossas mãos seu espírito, Cumprindo inteiramente vossa santa vontade, Revelando-se, ao mesmo tempo, Sacerdote, altar e cordeiro. Por essa razão, transbordamos de alegria pascal, e celebramos vossa glória, cantando a uma só voz:

CANTO
SANTO É O SENHOR

SANTO, SANTO, SANTO
SANTO, SANTO, SANTO

SENHOR DEUS DO UNIVERAO
O CÉU, E A TERRA
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA

HOSANA, HOSANA
NO ALTO DOS CÉUS
HOSANA, HOSANA
NO ALTO DOS CÉUS
               
BENDITO, O O O QUE VEM
EM NOME, EM NOME DO SENHOR
HOSANA, HOSANA
NO ALTO DOS CÉUS

ORAÇÃO EUCARÍSTICA VI-C
 
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres:
 Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.
Ass: O vosso Filho permaneça entre nós!

O sacerdote uneas mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Nós vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho,
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Mandai o vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na véspera de sua paixão, durante a última ceia,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:

Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: 
Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nosso salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

1C: Pela participação neste mistério, ó Pai todo-poderoso, santificai-nos pelo Espírito e concedei que nos tornemos semelhantes à imagem de vosso filho. Fortalecei-nos na unidade, em comunhão com o nosso papa Clemente e o nosso superior Ravassi, com todos os bispos, presbíteros e diáconos e todo o vosso povo.

Ass: O vosso Espírito nos una num só corpo!


2C: Fazei que todos os membros da Igreja, à luz da fé, saibam reconhecer os sinais dos tempos e empenhe-se, de verdade, no serviço do evangelho. Tornai-nos abertos e disponíveis para todos, para que possamos partilhar as dores e as angústias, as alegrias e as esperanças, e andar juntos no caminho do vosso reino.
Ass: Caminhamos no amor e na alegria!

3C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs André de Witte, Martinez Alvarez, Jaime Mota de Farias, Pedro Carlos Zilli, Juvelino Kestering, David Dias Pimentel, Ernes Novak, Lucas Bezerra, Olavo Scherer e Marcos Oliveira, que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida.
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

4C: Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada virgem Maria, com os apóstolos e mártires Santa Catarina de Sena e todos os santos, vos louvaremos e glorificaremos,
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
 
ORAÇÃO DO SENHOR

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
 
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
 
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
 
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
 
FRAÇÃO DO PÃO

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Depois, o presidente diz:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Pres: O Corpo de Cristo nos guarde para a vida eterna.
Ass: Amém.
 
COMUNHÃO
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO
ANTES DA MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS,

ANTES DA MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS,
ELE, NA CEIA, QUIS SE ENTREGAR:
DEU-SE EM COMIDA E BEBIDA PRA NOS SALVAR.

E QUANDO AMANHECER
O DIA ETERNO, A PLENA VISÃO,
RESSURGIREMOS POR CRER,
NESTA VIDA ESCONDIDA NO PÃO.

PARA LEMBRARMOS A MORTE, A CRUZ DO SENHOR,
NÓS REPETIMOS, COMO ELE FEZ:
GESTOS, PALAVRAS, ATÉ QUE VOLTE OUTRA VEZ.

E QUANDO AMANHECER
O DIA ETERNO, A PLENA VISÃO,
RESSURGIREMOS POR CRER,
NESTA VIDA ESCONDIDA NO PÃO.

ESTE BANQUETE ALIMENTA O AMOR DOS IRMÃOS,
E NOS PREPARA A GLÓRIA DO CÉU:
ELE É A FORÇA NA CAMINHADA PRA DEUS.

E QUANDO AMANHECER
O DIA ETERNO, A PLENA VISÃO,
RESSURGIREMOS POR CRER,
NESTA VIDA ESCONDIDA NO PÃO.

EIS O PÃO VIVO MANDADO A NÓS POR DEUS PAI!
QUEM O RECEBE, NÃO MORRERÁ:
NO ÚLTIMO DIA VAI RESSURGIR, VIVERÁ.

E QUANDO AMANHECER
O DIA ETERNO, A PLENA VISÃO,
RESSURGIREMOS POR CRER,
NESTA VIDA ESCONDIDA NO PÃO.

CRISTO ESTÁ VIVO, RESSUSCITOU PARA NÓS!
ESTA VERDADE VAI ANUNCIAR,
A TODA TERRA, COM ALEGRIA A CANTAR.

E QUANDO AMANHECER
O DIA ETERNO, A PLENA VISÃO,
RESSURGIREMOS POR CRER,
NESTA VIDA ESCONDIDA NO PÃO.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, que a participação na vossa mesa, onde santa Catarina encontrava alimento até mesmo para a vida do corpo, conceda ao vosso povo a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITO DA VESTIÇÃO

142. O postulante então, recita estas palavras: 
Postulante: Movidos pela misericórdia de Deus, viemos experimentar a vossa forma de vida; ensinai-nos a seguir a Cristo crucificado, a viver na pobreza, na obediência e na castidade, entregues à oração e à prática da penitência, sendo observante do evangelho de Jesus Cristo seguindo os passos de São Domingos Gusmão, ao serviço da Igreja e de todos os homens, ao serviço da Ordem dos Frades Pregadores, em obediência à regra desta venerável ordem, em obediência aos meus superiores; fiel no propósito da verdade e a fé. Ajudai-nos a viver os preceitos do Evangelho todos os dias da nossa vida, a conhecer a vossa regra e a guardar a lei da caridade fraterna.

O mestre da ordem responde com estas palavras ou outras semelhantes: 
Pres: Deus de misericórdia vos ajude com a sua graça, pela intercessão de São Domingos, para que sejam fiéis ao chamado do Senhor e constantes na pregação do evangelho.
T: Amém.

Após a postulação, o mestre da ordem, com a ajuda dos outros confrades, entrega o hábito da provação do noviciado aos eleitos. Os postulantes irão um por um receber o hábito, logo que receber, retorna ao seu lugar e permanece de pé.
Pres: Receba este hábito, como sinal da tua consagração. Guarda interiormente a fé no Senhor, que este hábito exteriormente significa.
T: Amém.

Enquanto isso, recita-se algum canto adequado. 

CANTO DE VESTIÇÃO
TE SEGUIREI 

EU TE SEGUIREI SENHOR, EU SEGUIREI SEUS PASSOS
E SEMPRE EM SEUS CAMINHOS VOU CAMINHAR

EU VOU TE SEGUIR NO CAMINHO DO AMOR
E EU VOU DAR VIDA AO MUNDO

EU VOU TE SEGUIR NO CAMINHO DA DOR
MAS A SALVAÇÃO É ENCONTRADA NA CRUZ

EU VOU TE SEGUIR NO CAMINHO DA BEM-AVENTURANÇA
E A LUZ DA SUA ALEGRIA NOS GUIARÁ

143. Após todos receberem o hábito e estarem em seus respectivos lugares, o mestra da ordem prossegue com a bênção final:
 
BENÇÃO SOLENE

142. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O sacerdote ou diácono diz:
Sac ou Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres: Deus, que pela ressurreição do seu Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos conceda a alegria de sua bênção.
Ass: Amém.

Pres: Aquele que, por sua morte, vos deu a eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna.
Ass: Amém.

Pres: E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no batismo.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Pela intercessão de Santa Catarina de Sena e São Domingos Gusmão, Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo +.
Ass: Amém.

143. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado; Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!

CANTO FINAL
REGINA CAELI 

REGINA CAELI LAETARE, ALLELUIA,
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA.
ORA PRO NOBIS DEUM. ALLELUIA.